segunda-feira, 16 de agosto de 2010

VISITA AO ITERRA


No próximo sábado, dia 21 de agosto, o Centro Acadêmico de História estará promovendo uma visita ao ITerra, em Veranópolis. Interessados, por favor, deixem seus dados na sede do CAEH.

Abaixo, segue mais informações sobre o instituto, retirado de material próprio deste:



ITERRA
O Instituto de Educação Josué de Castro tem como mantenedora o Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária – ITERRA, vinculado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e comprometido com seu projeto político e pedagógico. Tem sua sede e funcionamento atual no município de Veranópolis, Rio Grande do Sul.

O Instituto Josué de Castro se constitui como uma escola de educação média e profissional, combinando objetivos de educação geral, escolarização e formação de militantes e técnicos para a atuação no MST. Seu funcionamento esta organizado em torno de cursos formais do nível médio, de educação profissional e de formação de professores, criados a partir de demandas apresentadas pelos diversos setores do MST. Cada curso desenvolvido tem uma coordenação colegiada, composta pela equipe interna de educadores e pessoas designadas pelo Setor do MST que apresentou a demanda do grupo.

O Instituto Josué de Castro começou a funcionar em Janeiro de 1995, junto com o ITERRA, acolhendo as Turmas de 1 e 2 do Curso Supletivo de 2ª grau, Técnico em administração de Cooperativas, que o MST já desenvolvia desde 1993 através de uma parceria com a Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa da Região Celeiro – FUNDEP, em seu Departamento de Educação Rural, Escola Uma terra de Educar, com Sede em Braga, RS. Sua primeira legalização como escola especifica aconteceu em junho de 1997, na época com a designação de “ Escola de Ensino Supletivo Josué de Castro”, daí já abrigando também o Curso Experimental de Formação de Professores de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental, conhecido internamente como Curso Magistério do MST, e que também teve sua experiência iniciada junto com a FUNDEP/DER no ano de 1990.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Lugar de Mulher é na Política!

Na excelente História Viva deste mês, uma das reportagens principais é sobre as conquistas políticas das mulheres brasileiras. Vale a pena a leitura! E que essas mulheres nos sirvam de inspiração!

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Lugar de Mulher é na Política
por Mary del Priore
historiadora, autora de História da família no Brasil colonial (Moderna), História do amor no Brasil (Contexto) e duas vezes ganhadora do prêmio Casa Grande & Senzala.


Em 2010, duas candidatas disputam a vaga para o palácio do Planalto, uma com chances reais de vitória. Situação inédita, que reflete as conquistas da centenária luta das brasileiras por representação na vida pública no país

As eleições se aproximam, e duas candidatas disputam a presidência. Pela primeira vez uma mulher tem chances reais de ocupar o cargo máximo da República. Engana-se, porém, quem pensa que “nunca antes” as brasileiras se interessaram pela vida pública. A luta de nossas avós por representação política vem de longa data. Foi um difícil processo, e muitas de suas reivindicações, hoje centenárias, ainda não foram atendidas.

A história começa no século XIX. O período, repleto de importantes transformações no cotidiano da população, também foi marcado por intensas tentativas de participação das mulheres nas discussões em favor de melhorias na sociedade. Sua arma? A pena, a escrita. No momento em que emergiam movimentos sociais como o socialismo e o sufragismo (campanha pela universalização do direito de voto), elas não usaram apenas a voz, mas, sobretudo, as palavras como instrumento de luta.

Uma das pioneiras foi Nísia Floresta. Nascida na pequena localidade de Papari, no Rio Grande do Norte, casada contra a vontade aos 13 anos, logo abandonou o marido e, em 1832, já sustentava mãe e filhos com o salário de professora. Em 1832, publicou #Direitos das mulheres e injustiças dos homens#, artigo em que enfrentava os preconceitos da sociedade patriarcal, exigindo igualdade e educação para todas.

Segundo Nísia, a situação de ignorância em que eram mantidas era responsável pelas dificuldades que as mulheres enfrentavam. Submetidas a um círculo vicioso, não tinham instrução e não podiam participar da vida pública. Não participando da vida pública, continuavam sem instrução. Alguns anos depois, já instalada no Rio de Janeiro, Nísia passou a realizar conferências defendendo a emancipação dos escravos, a liberdade de culto e a federação das províncias sob um sistema de governo republicano.


Continue lendo em: http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/lugar_de_mulher_e_na_praca_publica.html

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Excelente Palestra de João Pedro Stédile



Ontem(03AGO), a aula inaugural de História da Universidade de Caxias do Sul – UCS – foi muito além das expectativas, que já eram ótimas. O auditório do Bloco H ficou repleto, inclusive com diversas pessoas de pé, superando os 180 lugares. Prestigiaram a explanação, de mais de duas horas, da principal liderança do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra, estudantes e pessoas da comunidade em geral.
Stédile iniciou sua fala com uma frase muito apropriada: “Quem não conhece a História não poderá ser sujeito do futuro” e explanou sobre a História de vários países da América Latina, nestas duas últimas décadas.Também fez uma crítica aos representantes da RBS – Pioneiro que estiveram cobrindo o evento, citando que o maiores "partidos políticos" de direita são os meios de comunicação.Deu ênfase ao novo bloco econômico, que está se formando na América Latina. A ALBA – em contraposição à ALCA, que tem como propósito a união dos movimentos populares. Este projeto continental, pretende ter, inclusive, moeda única e atenção especial à educação, com escolas latino americanas.“Há mais negros pobres brasileiros estudando medicina em Cuba do que em todo o Brasil”, citou Stédile.Criticou também a classe média brasileira, sem consciência de classe, que possui mentalidade burguesa. Como exemplo, citou o caos das enchentes de São Paulo, dizendo: “Classe média 'burra', prefere ir pro inferno de automóvel do que ir à pé, mas vivo.”, se referindo também a falta de incentivo para se usar transportes públicos.Respondeu várias perguntas formuladas pelos presentes, entre elas, a de que o MST teria diminuido sua atuação no Governo Lula. Para esta, Stédile respondeu que eles, da Via Campesina foram imparciais (como um movimento social tem de ser), criticaram quando Lula estava agindo errado, e torciam para que não houvesse mais erros, por que eles sempre eram prejudicados, e aplaudiram quando o Lula agia certo.
A palestra teve muita repercussão e foi noticiada em várias sites e jornais, não só da região como do Brasil. Houve interesse, inclusive, da Folha de São Paulo, que entrou em contato para obter mais detalhes e saber se João Pedro Stédile declarou apoio a Dilma, e se as "invasões" se tornariam mais intensas se ela se elegesse, indo de encontro à declaração recente de Serra, o que é duvidoso, já que as ocupações independem do governo que está no poder, já que o próprio MST é um movimento independente.


FOTOS: ROQUE JR

João Pedro Stédile e Baseado na História

Uma honra para nós!
João Pedro Stédile lendo o jornal do curso, "Baseado na História", antes da palestra.
FOTO: ROQUE JR

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Imprensa sobre João Pedro Stédile em Caxias

Abaixo, segue várias publicações da imprensa, sobre a palestra promovida pelo CAEH com João Pedro Stédile, nesta terça-feira, às 19h30min no auditório do Bloco H.



PIONEIRO
Liderança do MST participa de atividade na Universidade de Caxias do Sul
Um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stédile palestra nesta terça-feira, às 19h30min, no auditório do bloco H da Universidade de Caxias do Sul (UCS). Ele vai falar sobre Os Movimentos Sociais e a Conjuntura Latino-Americana.

A atividade é promovida pelo Centro Acadêmico dos Estudantes de História. A entrada é franca.

Stédile é graduado em Economia pela PUC-RS e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México. É membro da direção nacional e um dos fundadores do MST.

Foto: Miro de Souza

http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/plantao/10,2992001,Joao-Pedro-Stedile-palestra-em-Caxias-nesta-terca-feira.html



RÁDIO CAXIAS
Fundador do MST palestra na UCS nesta terça

O Centro Acadêmico dos Estudantes de História da UCS promove nesta terça-feira (03) a aula inaugural do curso, com a palestra do membro da direção nacional e um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile. Ele vai falar sobre o tema "Os movimentos sociais e a conjuntura latino-americana".

De acordo com o coordenador do evento, Paulo Amaro Ferreira, são esperados mais de 300 estudantes. Ele ressalta que além dos alunos de história, acadêmicos de outros cursos também podem assistir a palestra.

A palestra acontece a partir das 19h30, no auditório do bloco H da UCS, com entrada gratuita.

João Pedro Stédile é graduado em Economia na PUC/RS e pós-graduado na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Desde 1979 ele participa das atividades da luta pela reforma agrária no MST e na Via Campesina Brasil.

Depto. de Jornalismo

http://www.radiocaxias.com.br/2010/www/portal/index.php?view=noticia&id_noticia=1256




LINKS DE BLOGS QUE TAMBÉM NOTICIARAM

http://paraotempoparar.blogspot.com/2010/08/joao-pedro-stedile-em-caxias-nessa.html
http://pjcaxiasdosul.blogspot.com/2010/07/o-centro-academico-dos-estudantes-de.html
http://tomandonacuia.blogspot.com/2010/07/joao-pedro-stedile-em-caxias-do-sul.html
http://refletindomuito.blogspot.com/2010/08/hoje-as-19h30-joao-pedro-stedile-em.html
http://caritascaxias.blogspot.com/2010/08/hoje-as-19h30-joao-pedro-stedile-em.html
http://acredisol.blogspot.com/2010/08/hoje-as-19h30-joao-pedro-stedile-em.html
http://feiraecosolidaria.blogspot.com/